XII Semana de Letras da UVA movimenta campus Betânia

7 de novembro de 2012 - 5:55 PM

XII Semana de Letras da UVA movimenta campus Betânia

Professores e alunos na abertura do evento, no Auditório Central. Foto – Vanderley Moreira


Ocorreu na noite da segunda-feira, 5, no Auditório Central, campus Betânia, a abertura da XII Semana de Letras da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA). Com o tema “Tupi or not Tupi: Pão e carne para a modernidade”, o evento prossegue até sexta-feira, 9, com uma homenagem aos 120 anos do movimento literário cearense Padaria Espiritual e aos 90 anos da Semana de Arte Moderna de 1922.  Segundo a professora Liciany Rodrigues, da comissão organizadora, além da homenagem a estes dois movimentos a Semana traz a ideia de modernidade e renovação.

Para os organizadores da XII Semana de Letras da UVA, o evento se constitui um momento único para intercâmbio e atualização de ideias e informações entre os estudantes, os professores e, principalmente, entre a sociedade como um todo, através de manifestações artísticas e discussões acadêmicas. A Semana de Letras ajudará a incentivar a criação de parcerias com entidades comprometidas com a promoção e o debate de conhecimento acadêmico-científico, na busca de melhorias para a educação no Ensino Superior.

A organização da XII Semana de Letras está a cargo do Centro Acadêmico de Letras Padre Osvaldo Chaves, Coordenadoria do Curso de Letras e do Centro de Filosofia, Letras e Educação (CENFLE). Na programação, apresentações culturais, palestras, minicursos e oficinas com a participação de 398 estudantes.

Abertura

A mesa da solenidade de abertura foi composta pela professora Lucia Pontes, coordenadora do Curso de Letras, professor Hermínio Nascimento, diretor adjunto do CENFLE e a secretária geral Centro Acadêmico, Joelma Augusta Oliveira. A palestra da noite abordou o tema do encontro: “Tupi or not Tupi: Pão e carne para a modernidade”, proferida pelo historiador e artista plástico Roberto Galvão, diretor do Instituto ECOA.

Na sua apresentação, o palestrante expôs aspectos e características dos movimentos artísticos e literários no Ceará desde a época da Padaria Espiritual até a década de 50 e a repercussão destes movimentos no País, bem com os vários atores envolvidos.

A conferência de Roberto Galvão trouxe uma gama de novos conhecimentos à bagagem cultural de estudantes, como foi o caso de Francisca Moura, que desconhecia a contribuição do artista plástico sobralense Raimundo Cela, para a divulgação da arte cearense no Brasil e no mundo.  “Eu já tinha ouvido falar deste artista, mas desconhecia a sua obra tão rica e tão importante para as artes”.

Após a palestra, o Coral Vozes de Sobral da Escola de Música se apresentou para o público presente ao Auditório Central, sob a regência do maestro José Brasil.

07/11/2012
Assessoria de Comunicação e Marketing Institucional da UVA
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